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A situação geográfica da Polônia a transformou, ao
longo do tempo, num dos locais mais sacrificados por guerras e
invasões. De tempos em tempos a Polônia como que sumia do mapa,
anexada por exércitos invasores. Assim foi sob o domínio dos
imperadores da Áustria, durante a ocupação nazista, ou sob o domínio
soviético, para ficar somente nos exemplos recentes. Mas isto,
longe de demonstrar fraqueza deste povo, só serviu para comprovar
sua força e determinação em superar tantas violências.
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Hoje, novamente livres, Polônia e sua capital Varsóvia
estão mais atraentes do que nunca, com monumentos e prédios históricos
reconstruídos, largas avenidas, áreas verdes em profusão, ótimos
restaurantes, uma gente bonita e com confiança no futuro pelas ruas, e
ainda por cima ótimos preços. Por tudo isto, a Polônia é agora um dos
melhores destinos turísticos para quem procura algo na Europa além de Roma ou Paris.
A foto acima é do coração histórico da cidade, a praça Rynek Starego
Miasta,
localizada no centro da Cidade Velha (Stare Miasto), o bairro
mais antigo
e belo de Varsóvia. Reduzidos a
escombros ao fim da segunda guerra, estes prédios coloridos de arquitetura
tradicional foram meticulosamente reconstruídos, e voltaram a adornar esta
praça, repleta de restaurantes, bares com mesas ao ar livre, galerias de
arte e lojas de artesanato. Exatamente no centro da praça encontra-se a
estátua da Sereia de Varsóvia (Warszawska Syrenka). Sua origem vem
da idade média, quando costumava aparecer em publicações e documentos
oficiais, e até hoje permanece como principal símbolo de
Varsóvia.
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A caminhada de nosso hotel para o centro era ao
longo desta bela avenida arborizada, rebatizada há pouco de
Solidarnosci.
O nome é em referência ao movimento Solidariedade, que se tornou
famoso no mundo inteiro por conseguir dobrar o domínio comunista
imposto pela União Soviética, e organizar pela primeira vez em
décadas eleições livres, que culminaram com a chegada à presidência
do líder sindical Lech Valessa. |
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Caminhar pelas ruas de Varsóvia é mais ou menos como
ter uma aula de história em tempo real, pois a cada passo a gente encontra
um monumento, ou prédio, ou restos de construção relacionados a algum
período da história do país. Por exemplo, ao longo da avenida
Solidarnosci estão ainda alinhados diversos prédios imponentes de cor cinza,
construídos durante o período de dominação comunista da Polônia, que
parecem, com suas fachadas pouco atraentes, contar alguma coisa a respeito
daqueles anos de chumbo. Pouco mais a frente encontra-se uma parede semi
destruída, cercada por flores e uma placa com algumas inscrições
incompreensíveis, na qual destaca-se o nome Hitler.
Vendo nossa curiosidade, um senhor aproxima-se de nós e
começa a explicar o que significava aquilo. Como não entendíamos uma
palavra do que ele dizia, explicamos que éramos do Brasil e não
compreendíamos sua língua. Na mesma hora ele abriu um sorriso luminoso,
repetiu Brrazília!!, e nos explicou num inglês esforçado que aquela
parede era o único trecho que havia restado dos prédios daquela parte da
cidade, totalmente destruídos ao fim da segunda guerra, por ordem de
Hitler.
Um pouco mais à frente cruza-se a avenida Jana Pawla II, assim batizada
em homenagem a um dos filhos mais queridos da Polônia, o papa João Paulo
II. Esta avenida conduz à parte moderna da cidade, onde estão imponentes hotéis e centros de convenções, inteiramente construídos com aço, alumínio
e fachadas de vidro, e lembrando talvez uma Nova York em escala reduzida.
Uma das coisas interessantes de uma caminhada em
Varsóvia é perceber como suas mudanças sociais, sua história e sua
passagem do
comunismo para o capitalismo está perfeitamente refletida em seus bairros
e construções, conforme a região percorrida.
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A foto a esquerda é da rua Nowy Swiat, uma
das mais movimentada áreas da cidade. Por aqui estão boas lojas e
restaurantes agradáveis, emoldurados por prédios de arquitetura
clássica e elegante. Siga em direção sul por esta mesma rua e você
estará percorrendo o caminho conhecido como Rota Real, que
ganhou este nome por que o rei costumava passar por aqui, no caminho
entre seus palácios. São quatro quilômetros ladeados por palacetes,
mansões e belos parques, que transformaram o lugar numa das áreas
mais nobres da cidade. |
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O prédio da foto, Zamek Krolewski (Castelo Real),
constitui a construção mais famosa de Varsóvia. Situado bem próximo da
região conhecida como Cidade Velha, o castelo Zamek
Krolewski
foi construído a partir do século 17, e serviu como
residência dos reis poloneses. Destruído durante a segunda guerra,
ele foi totalmente recuperado nos anos 70 e agora abriga um
excelente museu, onde estão em exibição tapeçarias, mobílias antigas,
pinturas e muita informação sobre a história da Polônia. Não muito
distante, também vale visitar o Museu do Exército Polonês (rua
Jerozolimskie 3). Criado em 1919 ele apresenta uma interessante
coleção de acessórios militares, fotografias, equipamentos.
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Quando chegar a hora do almoço saiba que os preços
variam na proporção em que os restaurantes se aproximam do Castelo Real e
Cidade Velha. Mesmo assim, não dá para visitar Varsóvia e não sentar sob a
lona colorida de um restaurante ao ar livre e tentar entender o menu (nem
todos tem versões em inglês). Um endereço que descobrimos depois de muito
pesquisar e comparar preços, e que por isso podemos recomendar, é o
Przy Duna Ju Restauracja (praça central da cidade velha), que tem uma
sopa de cebolas (Cebulowa z Grzyb) ótima, entre outras
especialidades.
Outro bom restaurante, numa rua lateral próxima à praça
central, é o Restauracja Zapiecek, mais tranqüilo que o primeiro.
Entre os pratos mais comuns estão sempre a carne de frango, porco e
peixes. Não vale a pena pedir uma taça de vinho, pois as porções são
ínfimas. É preferível pagar um pouco mais por uma garrafa. Ou então
experimente as cervejas locais, excelentes.
Ainda no setor alimentação, descobrimos por acaso, numa
passagem subterrânea junto à estação do metrô na praça Bankowy, uma
doceria especialíssima, chamada Cukiernia Meryk Slodkie Chwile.
Tudo bem, não dá para falar o nome, mas mesmo assim não deixe de passar
por lá para experimentar seus doces e pãezinhos recheados, todos tão
deliciosos que deu vontade de trazer um monte para casa!
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Clique sobre esta foto par vê-la
em alta definiçoão
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Este prédio sem atrativos nos
chamou a atenção justamente por ser o retrato de uma época.
Construções simples como esta, sem maiores embelezamentos
arquitetônicos, podem ser vistas às centenas pela cidade. São
todas do período comunista, e continuam a servir de residência para
muita gente. Mesmo tendo aderido ao capitalismo e sido admitida
recentemente no mercado comum Europeu, o povo da Polônia ainda
enfrenta uma fase de adaptação econômica, e permanece com um padrão
de vida mais simples que seus vizinhos da Europa ocidental. A moeda
nacional é o Zylot, abreviada PLN, e os preços, para que vem
de fora, são muito convidativos.
Um dos melhores museus da cidade é o Narodowe (Museu
Nacional), que tem em seu acervo uma extensa coleção de arte
cobrindo vários séculos. Em destaque figuram a tela de Jan
Matejko, representando a vitória polonesa sobre os cavaleiros
Tectônicos, na batalha de Grunwalkd, em 1410. Também são freqüentes
as exibições temporárias, com nomes conhecidos da
Europa e Américas. |
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Foto batida na Cidade Nova (Nowe Miasto),
que de nova não tem nada, já que também é centenária. Ela é apenas
uma versão menos movimentada da Cidade Velha. Também aqui
podem ser encontrados restaurantes, pequenas lojas elegantes,
vendendo desde perfumes a artesanato, hotéis chiques mas pouco
convidativos para o turista que não quer gastar muito, como o
Hotel Regina, o prédio amarelo da foto. O bairro é muito
bonito, e quase todos prédios são pintados com cores vivas e
contrastantes. |
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Olhando para estas construções da Nowe Miasto
quase nem dá para acreditar que também esta parte da cidade foi dizimada
com a guerra e depois totalmente reconstruída. Por aqui estão ainda belas
igrejas e o museu Marie Curie. Caminhando até o final da rua acima
chega-se a uma encosta que oferece uma excelente vista do rio Vístula,
e em sua margem oposta, do bairro residencial de Praga.
Até 1939 a Polônia era o país Europeu com maior
população Judia. Com a invasão do país pelas tropas nazistas, este
povo viu-se forçado a uma série de restrições desumanas. Seguindo as ordens nazistas, até o dia 31 de outubro de 1940, toda
população judia de Varsóvia foi obrigada a mudar-se para o interior
de um setor isolado da cidade, que passou a ser conhecido como
Gueto de Varsóvia.
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Em pouco tempo, confinados na área
do gueto, a qual não atingia nem 2 km2, estavam 400 mil judeus, sem
alimentos, remédios ou esperanças. Sua única saída era a bordo de um
dos trens que diariamente conduziam passageiros para o campo de
concentração e morte de Treblinka. Consciente que estava condenada,
a população do Gueto revoltou-se contra seus carrascos e lutou
heroicamente com as poucas armas que conseguiu obter. Após muitos
dias de combates, os nazistas haviam transformado o gueto em ruínas,
e exterminado quase toda sua população. O monumento ao
lado foi construído em 1948, no centro da área que correspondia ao
Gueto de Varsóvia. Ele homenageia todos aqueles heróis que preferiram
morrer lutando a aceitar o destino imposto pelos nazistas. |
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Foto batida próximo à região mais moderna da
cidade, avenida Swietokrzyka esquina com
Marszalkowska. Esta é a principal área comercial de Varsóvia.
Por aqui ficam um imenso Mc Donald's, filiais das grandes lojas
de departamento, como H&M, C&A, a megaloja de música
Empik e o maior shopping da
cidade, a
Galeria Centrum. Quem quiser
conhecer produtos típicos da região deve visitar o prédio do
mercado Hala Mirowska, na rua Jana Pawla. Ao mesmo tempo, por quase todas
as ruas centrais encontram-se barraquinhas, vendendo desde
apetitosas sementes de girassol (muito consumidas por aqui) até
outros quitutes típicos. |

Clique sobre esta foto para vê-la em alta definição.
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Bem ao estilo capitalista, Varsóvia viu nestes últimos
anos surgirem imensos shoppings, algo impensável algum tempo atrás. Com
cinemas, áreas de lazer, grandes lojas de departamento e imensos super
mercados, eles fazem a alegria das novas gerações polonesas. O maior de
todos é a
Galeria Mokotów (10 km ao sul do centro,
na estrada que conduz ao Palácio Wilanow. Um pouco mais distante
(30 km do centro) mas igualmente enorme é o
Janki (o nome é referência à palavra
americana yankee), situado na rua
Ulica Mszczonowska. Quem
preferir lojas elegantes e com história, não deve deixar de dar uma
passeada na Arka (rua Ulica Bracka 25), a mais tradicional e
conhecida loja de departamentos de Varsóvia, que com seu estilo art
nouveau ainda guarda um esplendor típico de outros tempos, como pode ser
visto em sua monumental escadaria.
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O prédio ao lado, Palac Kultury i Nauki,(Palácio
da Cultura) é uma das lembranças mais presentes do período
comunista. Construído por ordem de Stalin e pago pelos poloneses,
ele ainda permanece como o prédio mais alto da cidade, embora ao
que tudo indica, deva perder este posto em breve. É amado ou odiado
pelos habitantes locais, conforme a linha política de cada um. Pegue
um dos elevadores e vá até sua plataforma superior de observação,
para ter uma vista deslumbrante de toda cidade a seus pés. A poucos
metros está localizada a estação central da cidade (Warszawa
Centralna), de onde partem trens diários para diversos destinos
na Europa. Clique sobre a foto ao lado para um vista de Varsóvia
obtida do topo do prédio Palac Kultury.
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O aeroporto de Varsóvia, denominado Frederic Chopin
Airport está situado 10 km ao sul do centro. A melhor forma de
transporte até seu hotel é embarcar nos ônibus das linhas número 175 ou
188, que vão até a estação central. Outra alternativa é pegar um táxi, mas
evite os taxistas que costumam fazer plantão no hall do aeroporto e
abordam os turistas, porque freqüentemente eles cobram mais do dobro de
uma corrida normal. Pegue um táxi oficial, os quais fazem ponto em frente
ao terminal de chegada. Um preço justo até o centro da cidade não deverá
ficar acima de 50 PLN (zylots). Outras informações sobre o aeroporto no
site oficial
Polish-Airports.
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Este monumento existente na praça em frente ao
Castelo Real é conhecido como Coluna de Segismundo. Trata-se de um
dos mais antigos monumentos da cidade, e foi inaugurado pelo rei
Vladislau IV, em homenagem à seu pai. Além de histórico, este é
também um local muito animado, pois representa um dos principais
eixos da cidade, junção entre o bairro da Cidade Velha e início da
avenida Caminho Real. Por aqui estão diversos restaurantes (mais
caros que a média, é preciso dizer), e barraquinhas vendendo
souvenirs por um terço do preço cobrado pelas lojas, e que fazem a
alegria dos turistas. Entre os produtos típicos estão os conhecidos
ovos de madeira pintados a mão e as tradicionais bonecas símbolo da
fertilidade, conhecidas com Matrioskas. Durante o dia é também deste
ponto que sai um trenzinho turístico, que percorre alguns dos pontos
principais da cidade. Carruagens também estão à disposição, para os
mais românticos. Não deixe de visitar, à curta distância deste
local, a Catedral de São João, principal templo católico da
cidade. |
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Clique sobre esta foto para vê-la em alta definição.
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Outra foto batida na principal rua de Nowe Miasto
(Cidade Nova). A carruagem que segue ao fundo conduzia alguns
turistas. Embora a arquitetura desta parte da cidade seja
praticamente idêntica à da Cidade Antiga, esta é uma região bem mais
calma, com menos comércio e gente pelas ruas, mas igualmente bela. A
melhor ocasião para visitar o país é entre maio e setembro, já que
depois desta época começa a esfriar muito e o clima não favorece
muito ao turismo. Cidadãos de nacionalidade brasileira não precisam
de visto para entrar na Polônia, desde que não permaneçam mais de 3
meses no país. |
No final da segunda grande guerra, a revolta que
já havia acontecido no Gueto de Varsóvia, repete-se em escala maior, em
toda cidade. A população inteira revolta-se contra a tirania nazista e
decide lutar contra seus opressores. Mesmo dispondo de armas e
equipamentos muito inferiores aos exércitos de Hitler, a luta polonesa é
heróica. Eles contavam com a ajuda dos soviéticos, já às portas de Varsóvia.
No entanto esta ajuda nunca veio.
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Naquela ocasião crucial, o ditador russo Stálin preferiu permanecer de
braços cruzados e não ajudar a população. Ele sabia que, após a derrota dos revoltosos de
Varsóvia, poderia dominar a Polônia sem encontrar resistência.
Sozinhos, os poloneses foram trucidados pelos nazistas, e como
vingança, Hitler ainda ordenou que Varsóvia fosse completamente
destruída. O filme O Pianista, de Polansky, retrata bem este
episódio, e mostra como Varsóvia ficou reduzida a cinzas após a
vingança de Hitler. Em memória a estes heróicos soldados poloneses
foi erguido o monumento ao lado, no centro da cidade. |
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Veja algumas fotos de Varsóvia em alta definição clicando
em Mercado
Hala Mirowska, Banca
de frutas e legumes, Vista
da Cidade, Monumento
aos Heróis, Avenida
João Paulo II, Cartaz
em Polonês, Memorial
aos Heróis do Levante.
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Uma visita imperdível durante sua estadia em Varsóvia é ao Muzeum
Palac Wilanowie (palácio Wilanów). Construído a partir do século
16, por determinação do rei Jan III Sobieski. Em
estilo barroco, o palácio está aberto ao público desde 1962, e entre
belos jardins e fontes, podem ser apreciados uma infinidade de
objetos artísticos e históricos. A melhor forma de chegar lá é
pegando o ônibus no centro. As linhas 116, 117, 130, 139, 164, 180,
519, 522, 700, 710, 724, 725, E-2 vão até lá, e o trajeto leva cerca
de 20 minutos. Mais informações no site oficial
Wilanow-Palac. |
Outro palácio que vale a visita, embora bem menor, é o
Palac Lazienkowski, situado no centro do parque mais
bonito de Varsóvia. Conhecido como Palácio sobre as Águas, lá
estão mobílias do século 18, e diversas peças das coleções que pertenceram
ao rei Slanislaw August Poniatowski. Além de visitar o palácio você
poderá desfrutar do prazer de caminhar pelo parque preferido dos
habitantes de Varsóvia, com amplas e românticas alamedas arborizadas, e
ainda conhecer o monumento a Frederic Chopin, magistral pianista
nascido na Polônia, e local onde, durante o versão, são realizados
concertos de música clássica ao ar livre. O trajeto do centro ao parque
Lazienkowski é
curto, bastando pegar o bonde frente ao prédio do Palácio da Cultura e
descer na estação da praça Lubelskiej. De lá até a entrada do
parque são mais 300 metros de caminhada. O Lazienki Park é uma
pedida certa para uma tarde de fim de semana.
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Outro monumento que nos lembra o sofrimento que
esta cidade passou durante a segunda guerra é esta singela parede
de mármore branco, com diversos nomes gravados. Neste mesmo local
estava situada a estação de trens de onde eram embarcados os judeus
enviados para os campos de concentração. Depois visite o Cemitério
Judeu, situado por trás de uma alta muralha da rua Olica
Okopowa. Lá está também sepultado Ludwik Zamenhof, criador
da língua internacional Esperanto.
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Clique sobre a foto acima para vê-la em alta definição.
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Em polonês, o nome da cidade é escrito
Warszawa, sendo a pronúncia algo como Varcháva.
Ela é um daqueles lugares que mexe com a gente. São histórias
de luta, dominação, coragem e heroísmo em cada esquina, e é difícil não
emocionar-se com a história desta cidade, e seu povo tão sofrido
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Clique sobre a foto abaixo, para vê-la em alta
definição
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Mas ao mesmo tempo, Warszawa também é um exemplo
para muitos outros lugares e gerações. Um exemplo que mostra que
nunca devemos desistir ou nos darmos por vencidos, por maiores que
sejam as dificuldades. Isto é o que parece afirmar a velha
fonte que adorna a praça central de Stare Miasto. Após tantos anos,
ela continua a jorrar água límpida. E os velhos prédios históricos,
tantas vezes reconstruídos, também continuam no mesmo lugar, agora
observando os turistas. Varsóvia ensina a ter esperança, e nos lembra
que após a tempestade, o sol sempre volta a brilhar.
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A música dessa página é uma
Polonaise
composta pelo pianista polonês Fryderyk
Francisek Chopin.

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