|
Home
Inicio
Amsterdam
Assis
Atenas
Bath
Berlin
Blackpool
Bratislava
Brighton
Brugge
Bruxelas
Budapeste
Cambridge
Cardiff
Chamonix
Chester
Copenhagen
Dusseldorf
Edinburgh
Estocolmo
Firenze
Frankfurt
Glasgow
Grenoble
Heildelberg
Helsinque
Innsbruck
Inverness
Istambul
Koln
Liechtenstein
Lisboa
Liverpool
Londres
Luxemburgo
Madri
Manchester
Moscou
Munique
Oslo
Oxford
Paris
Portsmouth
Praga
Reims
Roma
Rouen
Salzburgh
San Malo
Sao Petersburgo
Talin
Toulouse
Varsovia
Veneza
Viena
Winchester
York
Zurich
|
|

Clique sobre esta foto para vê-la em maior
resolução.
|
Ah,
Paris! Chegar a esta cidade sem sentir uma forte emoção batendo
no peito é difícil. Poucos são os que conseguem permanecer indiferentes
à magia da Cidade Luz. Entre o aeroporto e o hotel mil coisas já
excitam nossa imaginação e nos dão ímpetos de saltar do táxi ali
mesmo e já sair pelas ruas, sem perder um só minuto. Tudo em Paris
dá a impressão de harmonia, arte, charme e cultura.
|
Desde os charmosos
boulevards aos típicos prédios de seis ou sete andares (clique
e veja), desde as colunas Morris até as placas indicando as
estações de metrô. E ainda os quiosques de revistas, monumentos históricos,
pequenos e convidativos restaurantes, as irresistíveis patisseries,
os grands magasins e - sim - já dá para vê-la daqui: A Torre Eiffel!
Nem sequer o conhecido mau humor dos parisienses consegue estragar a emoção
da chegada. Já estivemos lá mais de uma vez, mas nunca é suficiente, nunca
é igual. Paris supera-se a cada ano, inventa novas atrações, aperfeiçoa
as existentes, cria feitiços e sempre acaba seduzindo seus visitantes.
|
Por onde começar a visita? Eis aí uma pergunta difícil, pois toda
Paris merece ser percorrida. Se você está chegando pela primeira vez e,
quem sabe numa excursão, com certeza irá começar pelos pontos
turísticos tradicionais, como a Torre Eiffel, Arco do Triunfo, Louvre e
Catedral de Notre Dame. Mas nem pense em ficar só no óbvio.
Permaneça na cidade alguns dias a mais, por conta própria, para
conhecê-la mais intimamente,
com calma. Paris é dividida em arrondisements, e uma
boa forma de conhecer a cidade é dedicar uma manhã ou tarde a cada uma destas regiões, caminhando
e
deixando-se levar pelo que vier pela frente. Basta um carnet do
metrô, um mapa da cidade, um mapa do metrô e pronto, você está
apto para iniciar a conquista da Cidade Luz! Vamos então começar
pelo centro, onde estão os Champs
Elysées. Pegue o metrô (linha 1) e desça na estação Charles
de Gaulle Etoile. Ao subir as escadarias da estação você vai
logo encontrar o monumental
Arco do Triunfo
(ao lado). Suba até seu topo para ver as avenidas
principais de Paris convergindo para a Place Charles
de Gaulle. Uma delas
é a Avenue Foch, considerada o metro quadrado mais caro da
cidade, onde moram alguns dos ricos e famosos da Paris. |

|
Depois siga pela Avenue Champs Elysées, a principal
da cidade. Ela estende-se por aproximadamente quatro quilômetros, ligando,
na extremidade a oeste, o Arco do Triunfo (situado na Place Charles de
Gaulle) até, na extremidade leste, o largo conhecido como Place de
la Concorde. Ao longo da avenida Champs Elysées estão dezenas de lojas,
restaurantes, galerias, lojinhas de fast food, a casa de shows Lido,
e principalmente, gente de todo tipo. Esta é a principal passarela de
Paris. Depois de atravessar o largo conhecido como Rond Point
a avenida passa a ser é ladeada por um agradável jardim (clique
e veja), com diversos quiosques oferecendo água, sorvetes etc. Se
quiser dar uma pausa na caminhada, atravesse a rua quanto chegar à estação
do metrô Champs Elysées - Clemenceau e aproveite para visitar os
belos prédios do Grand Palais e Petit Palais, sempre com
ótimas exposições.
Veja uma foto em alta definição deste trecho
batida da roda gigante que ficava na Place
Concorde.
Veja também um vídeo que gravamos
mostrando algumas
Cenas
do metrô de Paris.
|
 |
Voltando ao Champs Elysées e continuando a caminhada
pelo jardim chega-se à Place de La Concorde, outro dos pontos
nobres de Paris. Durante a revolução francesa aqui eram executados
os condenados à guilhotina, e por isso seu primeiro nome foi
Place de la Revolution. Este é um ponto nevrálgico da cidade,
e está sempre cercado por um trânsito frenético e dezenas de ônibus
turísticos, despejando centenas de visitantes por hora no coração
da cidade. Veja uma foto de alta
definição de uma banca oferecendo livros turístico
sobre Paris em várias
línguas.
|
O ponto central da praça é Obelisco Luxor (clique
e veja duas fotos do Obelisco
Luxor, Obelisco
à Contra-luz), relíquia milenar trazida da antiga cidade Egípcia
de mesmo nome, e em frente ao mesmo, uma bela fonte ornamentada com esculturas
pintada em dourado e verde, na foto acima. Ao fundo vê-se alguns prédios
do governo francês. A pouca distância daqui fica também o Palácio Presidencial
Francês, conhecido como Palais de l’Elysée.
|
Depois de atravessar a Place de la Concorde chega-se
aos portões de entrada do Jardin des Tuilleries. Aqui você
tem duas alternativas, pode cruzar os portões e seguir caminhando
pelos belos jardins deste parque, ou então seguir pela rua paralela,
a badalada Rue de Rivoli (clique
e veja). Se você está a procura de lembranças, camisetas de
Paris, chaveiros, imãs de geladeira, perfumes por bom preço e todo
tipo imaginável de lembranças da cidade, é preferível seguir pela
rua. Sob os clássicos prédios construídos lado a lado e suas elegantes
arcadas estão alinhadas dezenas de lojas oferecendo tudo que um
turista pode desejar. Mas é aconselhável não comprar nada na primeira
loja que entrar, pois os preços variam bastante de uma para outra.
Se quiser sair do lugar comum ande só mais um pouquinho e vá até
La Samaritaine, uma das maiores e melhores lojas de departamento
da cidade. No último andar há um bar-restaurante com vista privilegiada
para o rio Sena, ponto ideal para assistir o pôr do sol. No momento
a Samaritaine
está fechada para obras, mas se já tiver reaberto quando você for
até Paris não perca a oportunidade de conhecer esta superloja.
|

Clique sobre esta foto.
|
A certa altura da rue de Rivoli, no largo em frente
ao Hotel Regina, você encontrará a estátua eqüestre dourada de Joana d’Arc
(foto acima), santa protetora da França. Veja a página com um breve
resumo da história de Joana d'Arc clicando em Joana
dos Arcos.
Clique e veja uma imagem em alta definição
do Jardin
de Tuilleries e fachada dos prédios da Rue de Rivoli.
|

|
Se você atravessar a rua em frente a estátua de
Joana d’Arc chegará num dos mais famosos museus do mundo, o
Musée du Louvre. Como é fácil imaginar,
num museu deste tamanho seria impossível ver todas obras em exibição
em apenas uma visita. Conta-se que, quem apreciasse cada obra durante
somente um minuto precisaria de uma semana para ver todo o acervo.
Mesmo assim, não deixe de ver suas principais obras, entre elas
a pintura símbolo do museu, a Mona Lisa.
Clique sobre a foto ao lado para vê-la em alta definição.
|
Embora a entrada da rua Rivoli seja
mais prática, vale a pena dar a volta pelo pátio interno do museu,
onde encontra-se seu acesso principal, através da polêmica Pirâmide de
Vidro,
na foto acima.
A construção da pirâmide do Louvre foi parte de um audacioso projeto de
revitalização, destinado a preparar o Louvre para o terceiro milênio, e
as obras duraram anos. Como parte dos serviços, todo o subsolo do museu
foi transformado num shopping, onde pode-se comprar, entre outras coisas,
livros, reproduções em diversos tamanhos das principais
obras expostas, e ainda fazer uma refeição no Carrousel du Louvre,
o setor de alimentação do museu.
|
Bem, se você percorreu todos os lugares sugeridos
até aqui, com certeza o dia já acabou, então vamos supor que hoje
já é outro dia :-) Sugerimos começar pela outra margem do
rio Sena, visitando o Les Invalides (estação Varenne,
linha 13 do metrô). Este conjunto servia antigamente como hospital
e asilo de veteranos de guerra, o que originou o nome. Hoje os diversos
prédios abrigam também um dos melhores museus do mundo dedicados
às forças armadas. Lá estão desde equipamentos medievais (clique
e veja) até os das guerras recentes, passando pelo período Napoleônico
e as duas grandes guerras mundiais. Para apreciar tudo seriam necessário
dois ou três dias. A Église des Invalides, na foto ao lado,
tem cúpula de 196 metros, e abriga a sepultura de vultos famosos
da história francesa, com destaque para Napoleão Bonaparte,
enterrado num sarcófago constituído por sete tumbas, uma dentro
da outra, construídas com diferentes pedras nobres ou preciosas.
Em volta do sepulcro, sete esculturas de anjos, representando as
vitórias em combates, guardam o corpo do imperador francês (clique
e veja). Les Invalides tem ainda um bom restaurante e loja de
souvenirs.
|

|
Depois da visita aos Invalides uma curta caminhada na
direção da Rue de Varenne levará você ao Museu Rodin,
dedicado ao grande escultor. Lá estão diversas de suas obras, além de
interessantes exposições ilustrando o trabalhoso processo empregado na
confecção de suas obras de arte. No jardim dos fundos há uma
reprodução em tamanho grande de uma de suas obras mais famosas, O
Pensador.
Depois siga em frente pela mesma rua e dobre a direita
na Rue du Bac, para conhecer uma das grandes lojas de departamento
da cidade, o
Bon Marché de Rive Gauche. Aproveite para fazer um
lanche no simpático café situado no último andar.
Seguindo a caminhada vá agora na direção da Rue du
Cherche Midi, para conhecer a mais famosa padaria - se é que ela pode
ser chamada assim - de Paris, a
Poilane. Pães de todos os formatos,
biscoitinhos amanteigados e tortinhas de maçãs ótimas. Mas não estranhe
quando a atendente lhe entregar seu pedido com as mãos, sem luvas nem
plásticos. Assim são as coisas
por aqui. (clique e veja um pão
da Poilane). Depois dobre a direita na rue Vieux Colombier e
visita a Igreja Saint Sulpice (veja vídeo gravado na
Saint-Sulpice, Pont Sólferino e Jardins des Tuileries)
Agora pegue o metrô novamente e vá até a estação Solferino
(linha 12),
para conhecer o outro grande museu de Paris, o Musée d'Orsay,
dedicado aos impressionistas. Situado em frente ao rio Sena, num prédio
que anteriormente abrigava uma das estações ferroviárias da cidade, a
Gare d'Orsay.
Depois da visita vá na direção do Sena e volte
novamente para a Rive Droite, atravessando o rio pela ponte de
pedestres Solferino. Este é um local privilegiado para bater
algumas fotos da cidade ao cair da noite, enquadrando o rio e as embarcações
turísticas que a todo momento passam sob a ponte.
Veja um vídeo que
gravamos caminhando ao longo do rio Sena. Clique em
Paris
às margens do Sena.
|

|
No dia seguinte sugerimos começar a caminhada pela
Place de la Republique. (estação Republique, servida
por diversas linhas do metrô). Esta não é considerada uma região
chique, mas é um dos pontos mais movimentados da cidade, local freqüentemente
escolhido para manifestações sociais, estudantis etc. No centro
da praça, destaca-se uma imensa estátua feminina representando a
figura da república (ao lado). Por aqui estão alguns bons hotéis
turísticos, diversas lojas de fast food, lojas de departamento,
e muitas lojas populares, oferecendo praticamente de tudo a bons
preços.
Clique sobre a foto ao lado para vê-la em
alta definição.
|
Deixando a Place de la Republique para trás, siga
agora pela Rue du Temple, onde estão diversas lojas oferecendo
malas e artigos diversos em couro, e mais adiante, lojinhas de bijuterias
e joalherias. Este é um trecho da cidade com ruas estreitas e antigas, pequenas e
tradicionais lojas, e quase sempre o trânsito por aqui
está parado, com caminhões de entrega descarregando e motoristas
impacientes buzinando atrás. Mesmo assim é um lugar pitoresco e vale a
pena ser percorrido com calma, pois reserva surpresas inusitadas em cada
esquina.
Depois dobre a esquerda na Rue Rambuteau e siga
em frente passando pela Rue de Francs Burgeois para chegar ao Musée
Carnavallet. Situado num belo prédio quase escondido entre ruas estreitas,
este museu tem ótimas exposições relacionada principalmente à história
de Paris. A pouca distância situa-se também o Musée Picasso, que
como o nome já informa, é dedicado à obra do renomado pintor.
|
Continuando pela Rue de Francs Burgeois chegamos
agora ao bairro Marais, um dos mais charmosos da cidade.
Seu coração é a Place des Vosges, considerada como o quadrilátero
mais belo de Paris. Em torno de seu jardim central os prédios tem
exatamente as mesmas características arquitetônicas e todo conjunto
irradia harmonia e leveza. Ao chegar aqui tire um tempinho para
sentar na praça e usufruir a vista. Sob os prédios, uma elegante
arcada (foto ao lado) faz o contorno da praça, e ao longo desta
estão lojinhas e pequenos restaurantes. Aqui morou Victor Hugo,
e sua antiga residência está aberta à visitação pública.
Depois que percorrer a praça saia pelo lado oposto, através do belo
portal que conduz à Rue Saint Antoine. Dobre a esquerda nesta
rua e em cinco minutos você chegará na Place de la Bastille,
local onde estava situada a famosa prisão da Bastilha, demolida
após a revolução de 1789. No centro da praça hoje encontra-se uma
coluna de ferro fundido, conhecida como Colonne de Juillet.
Clique sobre a foto ao lado para vê-la em
alta definição.
|

|
Nunca é demais lembrar que quando encontramos a palavra Place não
significa que ali exista alguma área verde.
Geralmente os locais indicados como Place são somente largos, áreas
pavimentadas, geralmente com trânsito frenético em volta. Quem quiser
encontrar áreas verdes deve procurar pela palavra Jardins.
Depois de atravessar a Place de la Bastille siga
pela Rue de Lyon, passando em frente ao moderno prédio da Ópera
Bastille até chegar a uma das principais estações ferroviárias da
cidade, a Gare de Lyon. Depois atravesse novamente o Sena pela ponte
Charles de Gaulle e você terá duas opções pela frente: Indo para a
esquerda visitar o imponente prédio da Biblioteque National de France,
obra monumental de François Miterrand, e indo para a direita conhecer o
simpático parque conhecido como Jardins de Plantes e Legumes de Paris.
|

|
Depois pegue o metrô novamente e desça na
estação Rambuteau (linha 11) para visitar o
Centre
Pompidou, também conhecido como Beaubourg, estranha
estrutura metálica, parecendo ter saído de algum filme futurista
de ficção científica (foto ao lado). Devido às formas
inovadoras, o projeto foi muito combatido de início, mas acabou
sendo aceito e se firmando como um dos principais pólos culturais
de Paris. Em volta estão diversas livrarias oferecendo de quase
tudo a preços inacreditavelmente baixos. Se você gosta de ler e
entende francês reserve algumas horas para percorrê-las pois com
certeza vai encontrar preciosidades.
|
Depois siga pelas ruas de pedestres que circundam
o Beaubourg até o o centro comercial Châtelet les Halles, que concentra
algumas boas lojas, e logo depois visite a igreja de Saint Eustacle,
segunda maior de Paris. Passe também no Palais Royal, somente
400 metros a frente, para bater algumas fotos de suas intrigantes esculturas
pós modernas. Quem tem estômago forte pode apreciar o museu de cêra
Les Martyrs de Paris, que, de uma forma impactante, relembra os horrores
e mártires da Paris medieval. Sua entrada situa-se em frente ao prédio
circular da Bourse, a bolsa da cidade. Clique e veja a escultura
situada no alto da coluna Châtelet.
|
No dia seguinte faça um roteiro clássico, visitando
o bairro Montmartre (estação Anvers, linha 2 do metrô).
Após sair da estação suba pela estreita e movimentada Rue de
Steinkerque até o largo situado na base da colina. Lá você
encontrará um imenso carrousel, uma paixão nacional francesa. Deste
ponto em diante você pode optar em continuar a subida pelas escadarias
(foto ao lado), ou pelo plano inclinado. As escadarias do bairro
de Montmartre nos conduzem à Paris dos cafés e pintores de rua,
concentrados na Place du Tertre e arredores. É aquela Paris
charmosa, que reside no inconsciente de todos nós. No local há um
trenzinho turístico, mas é mais agradável percorrer a região a pé,
mesmo porque é pequena, e suas estreitas vielas guardam curiosidades
que merecem ser vistas de perto.
|

|
Veja outras fotos em alta resolução: Place
du Tertre - lojinha
de Montmartre -escadarias
de Montmartre.
|

Clique sobre esta foto.
|
Comece a visita a Montmartre pela Église du
Sacre Coeur, na foto ao lado. Do alto destas escadarias, em
dias claros, tem-se uma boa vista de Paris. Quem quiser ainda mais
pode subir até o mirante da igreja. Quando descer siga até
a Place du Tertre, o coração de Montmartre. Esta praça é
ocupada pelas mesas dos restaurantes em volta e por pintores, trabalhando
em meio ao público. Também são freqüentes artistas pintando retratos
dos turistas, em óleo ou carvão. Ao redor da Place Du Tertre há
muitos restaurantes simpáticos acolhedores, e este é um bom
lugar para fazer uma refeição. Recomendamos o simpático La Mére
Catherine(Clique
e veja), que tem boas porções e preços aceitáveis. Não esqueça
de pedir Pain e Moutarde para acompanhar sua refeição,
pois isto é uma tradição e nenhum adicional será cobrado. Depois da visita a Montmartre desça novamente até
a estação de metrô Anvers, mas não pegue o metrô. Siga a pé pelo
Boulevard de Rochechouart e Boulevard de Clichy.
|
Veja um vídeo feito durante uma
Visita à Montmartre.
|
Não estranhe a vizinhança ao longo do Boulevard de Rochechouart e Boulevard de Clichy.
Basta lembrar que Montmartre, desde os tempos de Toulouse
Lautrec,
sempre foi o bairro dos boêmios, casas noturnas, artistas e
mulheres de vida nada fácil. Assim era e assim continua sendo. Ao
longo destas avenidas o que mais se encontra são sexshops e casas
de shows eróticos, começando pelas populares até a mais refinada
de todas, o Moulin Rouge. Todas as noites o
Moulin Rouge apresenta
espetáculos com muita música, dança, coreografia e mulheres lindíssimas
com pouca roupa. Quem estiver interessado aconselha-se a
fazer reservas pois a procura é grande
|
 |
Seguindo sempre em frente você chegará na Place
Clichy, com seus cinemas de fachadas luminosas e um trânsito sempre frenético.
Dobre então a esquerda e prossiga pela Rue d'Amsterdam, uma rua
onde estão várias lojas de tapeçaria e casas de finos queijos.
Logo em frente estará uma das principais estações ferroviárias da
cidade, a Gare Saint Lazare, que também vale uma visita.
Prossiga então pela Rue du Havre e Rue Tronchet e você chegará
nos fundos da igreja Sainte Marie Madeleine, construída no formado de um
templo grego. Aproveite para conhecê-la por dentro e descansar da
caminhada.
Ah sim, antes de visitar a Madeleine passe no
Fauchon, uma das mais
tradicionais lojas de Paris, especializada em gostosuras de todo tipo. Os
preços são caros, mesmo assim sempre dá para comprar uma ou outra coisinha
para levar para o hotel. Sugerimos o delicioso Marron Glacê, uma
das especialidade da casa, preparado com castanhas selecionadas.
Deixe a Madeleine pela elegante Rue Royale
e você perceberá que está chegando novamente numa das áreas mais nobres
de Paris. Siga então pela Rue Saint Honoré até a Place
Vendôme. Esta
praça é rodeada de prédios de fachada uniforme, construídos durante o
reinado de Luiz XIV, e o conjunto é de uma elegância ímpar. Todos os prédios
são ocupados por lojas sofisticadas e carésimas, inclusive o Hotel
Ritz, último endereço da Princesa Diana. Vale
a pena lembrar que a Rue Saint Honoré é o endereço de algumas das melhores
casas de alta costura e perfumarias de Paris.
|

Clique sobre esta foto para vê-la em alta
resolução.
|
No dia seguinte vamos continuar nosso roteiro
pela Paris chique. U-lá-lá! Começando pela Place de Palais Royal
(estação Palais Royal - Musée du Louvre, linha 1) suba a Avenue
de l'Opera em direção à Opera. Toda avenida é ladeada por
elegantes prédios residenciais, lojas de grife e renomados cafés e
restaurantes. Dominando a avenida está a imponente fachada do
prédio da Opera de Paris. Em determinados dias e horários, o
salão está aberto para visitas. Circundando o prédio chega-se à área
conhecida como a dos Grands Magazins, onde estão as lojas
lançadoras de moda, situadas no Boulevard Hausmann. Os grandes
nomes são a
Printemps (foto ao lado) e
Galleries
Lafayette, e mesmo
que você não pretenda fazer compras, não deixe de percorrer sua
lojas. Merecem destaque os setores de perfumaria de ambas, situados
nos pavimentos térreos.
|
Depois de conhecer a Printemps e a Galleries Lafayette
siga na direção leste pelo Boulevard Montmartre e visite a
versão francesa do museu de cêra de Madame Tusseau, o
Musée Grevin,
com interessantes exposições representando vultos e momentos importantes
da história francesa. Embora as figuras não sejam tão bem feitas quanto
as de Madame Tusseau, são interessantes e valem a visita. Foi caminhando
por aqui que encontramos uma pâtisserie oferecendo
pães em forma de bichinhos. Uma das coisas pitorescas de Paris
é a quantidade de pessoas que se vêem pela rua comendo sanduíches
enormes de pão francês. Quem está com pressa simplesmerte
compra um destes e continua seu caminho. Veja a imagem de uma destas bancas
de sanduíche.
|
A
seguir vamos conhecer o bairro da Defense. Por aqui tudo é exatamente a
antítese da Paris clássica que nos acostumamos a ver em fotos e
filmes. A Defense é um conjunto de torres empresariais, largos
espaços públicos, áreas pavimentadas e ajardinadas, sem qualquer
movimento de veículos (o trânsito e estacionamentos são todos
subterrâneos). A Defense tem também muitos hotéis e o maior
shopping da cidade, o
Le Quatre Temps. Em seu subsolo
está ainda um excelente supermercado, o Auchan Defense. O
ponto central do bairro é
La Grande Arche de La Défense
(foto ao lado), imenso prédio em formato de cubo, com 37 andares de
altura, de concepção arquitetônica revolucionária. A haste vertical
no seu interior é um conjunto de elevadores panorâmicos que nos
levam até a cobertura, onde sempre há exposições, além de uma das
melhores vistas de Paris.
|

|
Graças aos grandes espaços ao ar livre, a Esplanade
de la Defense é utilizada regularmente como espaço de shows e eventos. Entre
outras atrações, a Defense conta ainda com um cinema IMAX no formato de uma gigantesca esfera,
e uma superloja da FNAC, onde se encontra de tudo em música e livros.
Para chegar lá pegue a linha 1 do metrô, estações Esplanade de La
Defense ou Grande Arche. Veja duas fotos clicando em Esplanade
de la Defense e Grande
Arche visto de baixo.
Veja um vídeo que gravamos
Visitando a Défense e Subindo no Grande Arco da Défense.
|

|
O que dizer de Notre Dame de Paris? A história da
cidade e sua catedral são
inseparáveis. Embora a construção desta catedral tenha sido iniciada
apenas no século XII, este monumento incorporou-se de tal forma a
Paris que parece sempre ter estado ali. Desde a ocupação romana, já
havia um templo dedicado a Júpiter neste mesmo local. Alguns séculos
mais tarde, com o surgimento do Cristianismo, foi erguida no mesmo
endereço uma basílica em estilo romanesco. Apenas em 1163 é iniciada
a efetiva construção desta catedral. Na época, Luis VII era o
imperador da França, e tinha como objetivo construir uma catedral a
altura da importância da França e de sua capital. Para tanto fez
questão até de convidar o Papa Alexandre III para vir a Paris
colocar a pedra fundamental da obra. Em 1182, o coro da catedral já
estava pronto e outros elementos arquitetônicos seriam executados
com o passar das décadas e séculos seguintes.
Clique e veja outras fotos da Notre Dame: Pórtico
de Entrada - Esculturas
da fachada - Fachada
- Relicário
da Coroa de Cristo
Veja o restante da história desta catedral na
página Notre Dame
de Paris
Veja outras fotos em alta
resolução feitas a partir das torre da Catedral: Parvis
de Notre Dame e Gárgulas
da Notre Dame
|
Veja um vídeo mostrando Paris a partir
das torres da Notre Dame. Clique em
Paris
Vue de Notre Dame.
Depois de visitar o interior da catedral e suas torres
atravesse em linha reta o largo em frente à Notre Dame, conhecido como
Parvis e chegará à escada que dá acesso às fundações de Lutecia, a
vila que deu origem à Paris. Encontrada graças ao trabalho de
arqueologistas, aquelas muralhas e paredes construídas antes de Cristo
são o que restou da primeira comunidade construída na Ile de la
Cité,
pelas tribos Celtas denominadas Parisii.
Depois continue sua caminhada por mais alguns metros
até o Palais de Justice, prédio governamental cercado por grades e
policiais. Um setor deste conjunto está aberto a visitação pública e
não pode ser esquecido: A
Sainte Chapelle, construção de 1240.
Considerada como a mais bela capela de Paris, ela tinha como
característica única possuir dois andares, sendo o superior destinado às
orações dos nobres e o inferior destinado à plebe.
Caminhando
um pouquinho mais chega-se às margens do Sena, guardada pelo imponente
palácio da Conciergerie, que também deve ser visitado. Durante a revolução francesa foi aqui que
Maria Antonieta foi aprisionada até o dia de ser enviada para a
guilhotina. Leia mais sobre a Conciergerie no setor
Castelos e
Palácios.
Antes de deixar esta área para trás, aproveite para conhecer
o prédio do Hotel de Ville (clique
e veja), o belíssimo prédio da prefeitura. O amplo espaço a sua frente
costuma ser um dos locais preferidos dos parisienses para se reunir em
grandes eventos, como comemorações esportivas, shows, etc.
Bem ao lado do prédio da prefeitura situa-se a mega-loja de departamentos
Bazar de
l'Hotel de Ville, onde encontra-se de tudo. No entanto, quando
procurávamos uma cafeteira para levar para nosso quarto de hotel, foi no
Darty que encontramos mais variedade e melhores preços. A rede de
eletrodomésticos
Darty é a principal do país e tem lojas em
praticamente todos os bairros da cidade.
|
Depois
aproveite para visitar uma das mais belas áreas verdes de Paris,
injustamente esquecida pela maior parte dos turistas. Se
considerarmos a Ile de la Cité como uma embarcação do Sena, a
praça Vert Galant seria sua proa, e de seus tranqüilos bancos sob
as árvores se tem uma vista privilegiada das duas margens do rio e
do fluxo incessante de embarcações carregando os turistas, sempre
indo por um lado e voltando pelo outro.
Na Ile de La Cité ficam ainda o Mercado de
Flores, e aos domingos,
o Mercado de Pássaros de Paris. São visitas interessantes, fora
dos roteiros turísticos tradicionais, mas que fornecem uma boa visão
da vida da cidade em seus aspectos cotidianos. Notre Dame está situada exatamente no coração da cidade, na Ile de la Cité, onde foi fundada Paris.
Esta foto foi batida na simpática rue des Ursins, situada próxima à
Notre Dame. Esta rua foi uma das poucas ruas medievais preservadas
da Ile de La Cité, após a reurbanização da área promovida no século
19 pelo barão Hausmann.
Atrás da Ile de La Cité há uma outra ilha,
chamada Ile Saint Louis. O que a primeira tem de agito,
comércio para turistas e movimento, a segunda tem de tranqüilidade.
Fica no número 31 da estreita rue St Louis en Ile, a
sorveteria Bertillon, pequena no tamanho, mas considerada a
melhor de Paris, com uma variedade imensa de sabores.
|

|
Veja uma coincidência interessante,
relacionada à rue des Ursins acima. Clique em
Coisas estranhas acontecem.
|

Clique sobre esta foto
|
No dia seguinte vá para o lado sul do Sena, a
conhecida Rive Gauche (estação Saint Michel, linha 4). A principal
avenida deste lado é o Boulevard Saint Michel. Esta é uma
região muito freqüentada por estudantes e intelectuais, ou seja, o
lado cabeça de Paris. No início do Boulevard Saint Michel encontra-se esta bela
fonte (ao lado), conhecida como Fontaine Saint Michel,
lugar de reunião habitual de turistas cansados e estudantes da
faculdade Sorbonne, que fica logo adiante. Por aqui estão
dezenas de bares e cafés de rua, quase sempre lotados. Também aqui
encontra-se muitas livrarias e sebos oferecendo deste obras
conhecidas até curiosidades e raridades, e quem gosta de garimpar
nestes estabelecimentos com certeza não vai
se arrepender. Continuando pelo Boulevard Saint Michel chega-se à Sorbonne e logo
após a Rue Souflot, de onde já pode se vislumbrar a imponente
fachada do Pantheon. Este prédio abriga a sepultura de
grandes vultos da história francesa, como Jean Jaurés, Jean Moulin,
Marie e Pierre Curie, Alexandre Dumas, Émile Zola e Victor
Hugo, entre outros. Não deixe de subir a escadaria que conduz à colunata,
para desfrutar de uma bela vista da cidade.
|
Ao sair do Pantheon visite o Jardin de
Louxembourg, quase em frente. Esta agradável área verde abriga o prédio
do
Palais de Luxembourg, o Senado francês, mas sua principal atração
são mesmo as pessoas, que em dias de sol vem sentar-se nos gramados ou em
cadeirinhas metálicas, e passam horas lendo enquanto tentam pegar uma
corzinha.
Também é emocionante, aos fins de semana, acompanhar
uma peça do Teatro de Marionetes, montado ao ar livre, e que faz a
criançada pular de emoção. Outra curiosidade são os barquinhos
de aluguel, que a criançada solta no lago central do Jardin de Luxembourg,
enquanto correm de um lado para outro ao longo das margens, empurrando
seus barquinhos com a ajuda de longas varas de madeira.
Quando chegar a hora do almoço vá até a rua Rue
Mouffetard (pronúncia muf-tad - estação Monge, linha 7),
simpática ruela com vários restaurantes, bares e mesas na calçada. Foi
aqui, no Chez Alexandre, que experimentamos a mais deliciosa Soupe
d´Oignon de nossas vidas.
Depois do almoço, siga pelo Boulevard Saint Michel e
Avenue Danfert Rochereau até a Place Danfert Rochereau, movimentado
pólo da região sul. Não deixe de conhecer aqui uma das mais surpreendentes
atrações da cidade, as Catacumbas de Paris. Situada a
dezenas de metros abaixo do nível das ruas, este passeio percorre um
labirinto infindável de túneis ladeados por milhões de ossos humanos.
Arrepiante, mas com certeza diferente de tudo que você já viu!
Depois prossiga mais dois quilômetros pelo
Boulevard Montparnasse até a
Tour Montparnasse, um gigantesco e horrendo
prédio moderno, mas de cuja cobertura se tem uma vista soberba de
Paris, somente
comparável à obtida da torre Eiffel.
|
Comece o novo dia pegando o metrô para outra das mais belas avenidas
da cidade, o Boulevard Saint Germain (estação Odéon, linhas
4 e 10). Ao longo do Boulevard Saint Germain estão elegantes lojas,
antiquários, livrarias, cafés e muito mais. Arranje uma
mesa no
Café
Les Deux Magots (antigamente
freqüentado por intelectuais como Jean-Paul Sartre e Simone de
Bouvoir, hoje sempre lotado por turistas), peça um vinho, chá, ou
apenas água, e fique o tempo que quiser curtindo o movimento nas
calçadas em volta. Bem em frente você poderá apreciar a igreja de
Saint Germain
de Prés, a mais antiga de Paris. Depois percorra com calma
as ruelas e lojas do Quartier
Latin, o bairro boêmio e intelectual mais charmoso da
cidade.
Ao lado foto de uma Colonne Morris, como são chamadas
estas adoráveis colunas, tão presentes na cidade. O nome é
referência a Gabriel Morris, que em 1868 criou estas colunas para
servirem como totens de publicidade, sanitários públicos e bancas
de jornais. Em 2006 a prefeitura revolveu remover diversas destas
colunas, e graças a isto criou uma imensa polêmica, pois a
população não aceitou o desaparecimento de um dos mais belos
símbolos urbanos de Paris.
|

|
Clique sobre a foto acima para ver outra Colonne Morrris.
|

|
Somente em Paris um cemitério poderia ser atração
turística. Mas onde mais seria possível encontrar juntos Chopin,
La Fontaine, Jim Morrison, Isadora Duncan, Marcel Proust, Moliére,
Oscar Wilde, Allan Kardec, Édith Piaf, Honoré de Balzac, Sarah Bernhardt,
Yves Montand, Simone Signoret, Maria Callas, Eugène Delacroix e
Louis Gay-Lussac, entre tantos outros? O cemitério
Père-Lachaise
(estação Pére Lachaise, linha 3) é quase um tipo de Ilha de Caras
dentre os cemitérios, o refúgio derradeiro das personalidades importantes
de diversas épocas. Compre um mapinha na entrada, para ajudar a
encontrar as sepulturas das principais personalidades. Veja
duas fotos em alta definição das sepulturas do compositor Chopin
e do fundador da doutrina espírita, Allan
Kardec. Veja também uma típica ruazinha desta
parte da cidade clicando em 11eme
arrondissement.
Depois pegue novamente
o metrô e visite duas atrações imperdíveis: O
Chateau de
Vincennes e o
Palácio de Versalhes. Clique
sobre estes nomes para saber mais.
|
Quando voltar, já ao
cair da noite, vá para a principal atração turística da cidade,
a Torre Eiffel (estação Bir Hakeim, linha 6). Inaugurada em 1889, para as comemorações do centenário
da revolução francesa, a torre Eiffel iria se transformar no principal
símbolo de Paris, visita obrigatória de qualquer turista na cidade. Mas na
verdade, nem sempre foi assim. No início grande parte da população a via
como um horrendo monstro metálico, uma assustadora estrutura arruinando o
harmônico perfil da Cidade Luz. Furiosos artigos na imprensa, abaixo
assinados, petições e críticas de todos os lados exigiam sua demolição
imediata assim que as comemorações fossem encerradas. Ficou famosa a
história daquele renomado escritor francês que, apesar de a criticar
diariamente, ia jantar em seu restaurante todas as noites. Perguntado
porque ia sempre na torre se a detestava tanto respondeu: Aquele
é o único lugar em Paris de onde não se vê a torre Eiffel.
|
Gustave Eiffel foi o engenheiro responsável
pelo projeto e construção, derrotando cerca de outros 700 projetos
no concurso organizado pelo governo, visando escolher um grande
símbolo para homenagear os 100 anos da revolução francesa. A torre
tem 300 metros de altura, pesa sete mil toneladas, tem 1652 degraus
da base ao topo, e foi montada tal como um gigantesco quebra cabeças
em três dimensões, com quase vinte mil peças e dois milhões e meio
de rebites, todos em aço. Apesar do imenso peso próprio, a distribuição
de esforços e cargas na estrutura é tão equilibrada e bem
distribuída que até hoje o projeto do engenheiro Eiffel causa admiração
aos calculistas estruturais.
Quase demolida em 1909, foi somente no ano seguinte,
quando demonstrou sua utilidade como base da antena de telégrafo de Paris,
que a torre Eiffel conseguiria escapar de virar ferro velho. A partir de
1918 seria usada também como base das antenas de rádio, e a partir de
1957, de televisão. Hoje causa surpresa imaginar que o mais amado e
conhecido símbolo de Paris tenha escapado por pouco da demolição, pois
todo ano a torre é visitada por cerca de seis milhões de turistas vindos
de todos os cantos do mundo, e suas miniaturas estão entre as lembranças
mais requisitadas pelos visitantes.
|

|
A torre tem três andares (plataformas de observação)
e diversos elevadores. Para chegar ao último andar é necessário trocar
de elevador no segundo pavimento. Dizem que uma pessoa só se torna verdadeiramente
íntima de Paris quando chega ao ponto de poder ir até lá, sem se preocupar
mais em visitar a
Tour Eiffel... Uma coisa, no entanto,
é certa: a primeira vez que se vê esta torre de perto é para sempre um
momento inesquecível. Se tiver chance, pegue um dos elevadores e vá até
o último andar, de forma a estar lá quando a noite começar a cair. É a
melhor vista de Paris, em seu melhor momento.
Clique e veja algumas fotos em alta
resolução mostrando o
Busto
do Eng. Eiffel na base da Torre - Detalhe
de Pilar - Plataforma
do Primeiro Andar.
Veja também os vídeos
Subindo na Torre Eiffel e
Torre
Eiffel à Noite.
|

|
Mas na verdade mesmo, o melhor de Paris é para ser
descoberto por cada um, por conta própria. Existem, é claro,
roteiros básicos e pontos recomendados, mas nada se compara à
experiência individual, ao prazer de descobrir um cantinho só seu,
que não consta em nenhum livro turístico, em nenhum site.
Descobrir Paris é entregar-se à cidade, da mesma forma como nos
entregamos à uma paixão fulminante. Escolha
um sapato bem confortável, saia de seu hotel bem cedinho, e vá
caminhar pela cidade, simplesmente andar sem nenhum roteiro
estabelecido. Caminhe sem pressa, vendo as lojinhas, as pessoas,
entrando na padaria, na florista, passando por aquela galeria antiga,
sentindo o clima e a atmosfera de cada bairro. Quando quiser variar,
pegue o metrô e vá para outro lado da cidade. Montmartre, Ile de
la Cité, Montparnasse, Trocadéro, Beaubourg, Passy, Quartier Latin,
Bastille, République, Étoile, Denfert Rochereau, Place Pigalle,
Luxembourg, Defense, Marais, e uma infinidade de tantos outros lugares
especiais. Paris é cheia de revelações em cada bairro, em cada rua,
em cada esquina, e ser surpreendido por estas descobertas inesperadas
talvez seja uma das coisas mais marcantes de um passeio a esta cidade
maravilhosa. |
Quer deixar uma mensagem no Viagens & Imagens? Utilize o
Guest Book 1
(nesta opção você terá uma resposta junto à sua mensagem)
ou o
Guest Book
2 (opção para quem não necessita resposta). As mensagens
estarão visíveis em pouco tempo.
Veja um vídeo que fizemos ao deixar a
cidade de trem:
Eurostar partindo de Paris - Gare du Nord A música desta página é
Sous le Ciel de Paris. Para interromper sua
execução clique em X (parar).
Sous le ciel de Paris
S'envole une chanson
Elle est née d'aujourd'hui
Dans le coeur d'un garçon
Sous le ciel de Paris
Marchent les amoureux
Leur bonheur se construit
Sur un fait pour eux
Sous le pont de Bercy
Un philosophe assis
Deux musiciens, quelques badauds
Puis des gens par milliers |
Sous le ciel de Paris
Jusqu'au soir vont chanter
L'hymne d'un peuple épris
De sa vieille Cité
Prés de Notre-Dame
Parfois couve un drame
Oui, mais à Paname
Tout peut s'arranger
Quelques rayons du ciel d'été
L'accordéon d'un marinier
L'espoir fleurit
Au ciel de Paris |
Sous le ciel de Paris
Coule un fleuve joyeux
Il endort dans la nuit
Les clochards et les gueux
Sous le ciel de Paris
Les oiseaux du Bon Dieu
Viennent du monde entier
Pour bavarder entre eux
Et le ciel de Paris
A son secret pour lui
Depuis vingt siècles il est épris
De notre île Saint-Louis |
Para
mais informações sobre esta cidade veja a página
Dicas
de Paris
Veja o vídeo
Open you Eyes da banda Snow Patrol,
gravado nas ruas de Paris, disponível no
youtube (antes interrompa a música
desta página clicando Parar no menu superior).
|