Estocolmo

Nesta página estão 14 fotos batidas na cidade de Estocolmo, Suécia.  Colocando o mouse sobre as fotos você verá um texto adicional.

 

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Os primeiros habitantes da região de Estocolmo foram os Vikings. Eles eram grandes navegadores e mercadores, mas tornaram-se mais conhecidos e temidos por sua extrema capacidade militar e conquistadora.

Cada vez que pegávamos o metrô no subúrbio de Haegersten, onde ficava nosso hotel, para ir para ao centro, e ao longo do trajeto cruzávamos campos, parques, lagos, e víamos a cidade se aproximando, com suas torres pontiagudas e prédios históricos, um pensamento nos vinha sempre à cabeça: Quatro dias é muito pouco. A gente tem que ficar mais tempo por aqui! Estocolmo, a capital da Suécia é assim, uma cidade capaz de despertar paixões à primeira vista. Você mal chega e ela já está lhe seduzindo. Romântica, bonita, moderna e vibrante, a capital da Escandinávia para nós foi sem dúvida, um dos pontos altos de nossa viagem.

Esta é uma foto da avenida Klarabergsgatan, que conduz à principal área comercial da cidade. Para caminhar pelo centro de Estocolmo o ideal é tomar como ponto de referência a rua de pedestres  Drottninggatan. Ela cruza a praça Sergel Torg (o coração de Estocolmo) e segue rumo sul até a cidade antiga. Nesta região situam-se Åhléns City, maior loja de departamentos da cidade, e Sturegallerian. Toda esta região é um paraíso para turistas a procura de produtos típicos, lembranças ou curiosidades.

Os Vikings eram originários de toda região Escandinava. Enquanto os Vikings da Dinamarca e Noruega partiram rumo oeste, conquistando territórios da Inglaterra, França e America do Norte, os Vikings Suecos partiram rumo leste, conquistando cidades da Alemanha, Rússia e Império Bizantino.

Não deixe de visitar também Östermalmshallen, o maior mercado coberto de alimentos do país (rua Nybrogatan 31), ou então a Nordiska Kompaniet, famosa pelos cristais, e com um andar inteiro dedicado ao artesanato local.

 

Foi durante o período Viking que o território da Suécia começou a ser formado. Nesta época a luta pelo poder político era disputada por diversas tribos guerreiras. O rei da Suécia passou a ser escolhido por um conselho formado pelos aristocratas de cada grupo.

Mas se você quer ir direto ao prédio mais famoso da cidade vá direto a Stadshuset (torre da prefeitura, na foto ao lado). Situada a uma curta caminhada da estação central, ela é um daqueles pontos imperdíveis para qualquer turista. Sua construção foi iniciada em 1911, seguindo um projeto de Ragnar Östberg. Entre os meses de maio a setembro é possível subir em sua torre, o melhor ponto de observação de Estocolmo. Mesmo assim, se sua visita ocorrer fora desta época não deixe de vir aqui para apreciar o Salão Dourado, decorado com mosaicos e vitrais primorosos, e apreciar o belo pátio interno, ornamentado com arcadas de frente para o canal.
Há outro endereço ótimo para ver a cidade de cima e para boas fotos, a torre de televisão da cidade (Kaknäs). Ela fica situada a leste do centro, em Ladugårdsgärdet. A melhor forma de chegar lá é tomando o ônibus 69, que parte da praça Sergels Torg, no centro. Mais do que uma simples torre, ela se tornou um centro turístico importante, com restaurante no 28o andar, loja de souvenirs e um belo parque a seus pés.

Clique sobre acima para ver o pátio interno da prefeitura.

 

Caminhar em Estocolmo é cruzar uma sucessão infindável de pontes e canais. Praticamente toda arquitetura da cidade é no estilo da foto ao lado, com prédios de arquitetura clássica e elegante. Quem aprecia museus não pode deixar de visitar o principal da cidade, o Statens Historiska Musset. O Museu Sueco de História tem exposições contando toda história do país, desde a pré-história até nossos dias, sendo que um de seus pontos altos é a sala dedicada aos Vikings, onde se pode conhecer aspectos geralmente desconhecidos sobre sua cultura e civilização.

O primeiro registro conhecido sobre a cidade de Estocolmo data do ano 1252. Ao que consta, a cidade ganhou esse nome por estar situada entre duas pontes, o que, no idioma sueco, era grafado como "Stockholm".

Você entende sueco? Então veja se consegue traduzir o que está escrito nesta placa de rua.

 

Estocolmo surgiu graças ao intenso comércio marítimo com destino às cidades do Mar Báltico. Como estava situada num ponto estratégico, a cidade tornou-se parada obrigatória para todas embarcações que passavam na região.
Clique sobre esta foto para vê-la em alta definição.

Como todos os países Nórdicos, também a Suécia tem sua família real. E embora ela prefira morar em outro endereço (Drottningholm), o palácio real Kungliga Slottet (foto ao lado) tem a honra de ser considerado o principal palácio do país. Situado numa ilhota (Estocolmo é formada por diversas ilhas interligadas), entre o centro e a cidade antiga, o palácio foi construído no mesmo lugar do castelo Kronor, que pegou fogo em 1697. O palácio de Kungliga Slottet tem 608 aposentos, mas o melhor de tudo não é visitá-los, e sim assistir à troca da guarda real.

A troca da guarda no palácio acontece diariamente as 12 horas, entre os meses de junho e agosto, com direito a desfile, começando na praça Sergels Torg e seguindo pelas ruas Hamngatan, Kungsträdgårdsgatan, Strömgatan, Gustav Adolfs Torg, Norrbro, Skeppsbron e Slottsbacken. No restante do ano a cerimônia ocorre somente às 4as e domingos às 13 horas, mas não há desfile pela cidade.
 

Esta é a praça Sergels Torg, o coração de Estocolmo. Ela consiste numa área rebaixada, bastante movimentada, sendo que mais adiante há um setor coberto onde estão um shopping e restaurantes. Todo conjunto é cercado por prédios e ruas comerciais, inclusive a movimentada rua de pedestres Drottninggatan. Ligando  a rua de pedestres à área rebaixada há uma escadaria que geralmente serve de ponto de reunião para jovens, inclusive darks, punks, sendo alguns de aspecto realmente fotográfico. Ah sim, também estava ali a onipresente banda de músicos peruanos, se apresentando e oferecendo seus CDs.

Em 1520, Christian II, rei da Dinamarca e Noruega, resolveu tomar posse também da Suécia, e declarou-se único soberano dos países Nórdicos. Muitos habitantes de Estocolmo não gostaram da idéia e resolveram combater as tropas invasoras de Christian II.

 

Em 1520 acontece o que ficou conhecido como Banho de Sangue de Estocolmo, quando o rei dinamarquês ordena a execução de 82 nobres suecos na praça Stortorget, no centro de Estocolmo.

Mas todo turista que vem a Estocolmo tem um objetivo principal: Conhecer  Gamla Stan. Este é o nome dado à cidade velha, a autêntica jóia da coroa sueca. Esta parte da cidade está localizada numa ilha logo ao sul do palácio real, e pode ser considerada como a genuína Estocolmo. São estreitas ruas, pequenos prédios do século 17, pintados com cores alegres,  becos, monumentos, fontes antigas e todo um conjunto arquitetônico capaz de criar uma atmosfera única. Tudo está perfeitamente conservado, e a vontade que se tem ao andar por aqui é ficar perambulando por horas, conhecendo cada rua e cada construção em detalhes.

Clique sobre a foto ao lado para ver uma imagem em alta definição de ruela de Gamla Stan.

 

Em Gamla Stan há dezenas de restaurantes, lojinhas, galerias de arte, livrarias, lojas de souvenirs, presentes, jóias etc etc.. Esta foto batemos num dos becos silenciosos do bairro, próximos à movimentada área de pedestres. Gamla Stan é a região da cidade ideal para uma refeição memorável, principalmente para aqueles românticos que apreciam um ambiente à luz de velas. Embora nada por aqui seja muito barato, é impossível resistir a entrar quando se vê um pequeno e acolhedor restaurante, ainda mais quando já são 3 horas da tarde e o estômago começa a reclamar... Se este for o seu caso sugerimos o simpático Michelangelo (rua Västerlänggatan 62). Além da comida saborosa e farta, lá todo mundo falava italiano, o que facilitou muito a escolha dos pratos.

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O domínio dinamarquês enfurece e revolta a população Sueca. Entre 1520 e 1523 o país luta por sua independência. Como conseqüência, Estocolmo é sitiada e bombardeada por tropas Dinamarquesas.

 

Ao fim de três anos de luta, os Suecos conseguem derrotar a Dinamarca. Sobe então ao poder  Gustavus Vasa, que assume o trono Sueco, governando entre 1523 e 1560, e transformando Estocolmo na capital de seu reino.

Vista da parte sul da cidade, mostrando o bairro de Ladugards Gardet (onde está localizada a torre de televisão, de onde foi batida esta foto). No centro vê-se a ilha de Djugarten (onde está localizado o parque Skansen, o museu Nordiska Museet, prédio em destaque com uma torre no meio, e atrás do mesmo o prédio do Vasamuseet). Mais acima vê-se a ilha de Skeppsholmen, e no topo da foto a ilha de Gamls Stan (onde está localizada a cidade velha). Estocolmo é uma cidade construída em meio à água e ao verde. Aproximadamente 60% de sua área de 4.900 km2 é ocupada por lagos, canais, parques e jardins. Ônibus, bondes, metrô e barcos ligam todos os pontos da cidade.

Para quem estiver caminhando pelo centro, ao longo da rua de pedestres Drottninggatan, e sentir vontade de tomar um chope e comer uma pizza, sugerimos o restaurante La Corona (Drottninggatan 6). Num ambiente informal e com mesas na calçada, ele serve bons pratos e não é caro. Porém não é recomendado para dias sujeitos a ventos frios, como logo descobrimos. A gente tem que comer rapidinho antes que a comida esfrie.

Já se você prefere experimentar algo tipicamente Sueco, então o Smörgåsbord será a primeira opção. O Smörgåsbord não é um prato, mas sim uma refeição composta de vários pratos. A palavra smörgås significa um tipo de sanduíche aberto, e bord significa mesa. As duas juntas referem-se assim a um conjunto de pequenos pratos dispostos em uma mesa, cada um com um petisco diferente.

Você vai lá e se serve de um, depois outro, e mais outro, e assim por diante, até ficar satisfeito. Geralmente uma seleção típica de Smörgåsbord inclui frutos do mar, ostras, picles, cebolas, carnes, peixes, ovos, pães, queijos, salmão, batatas, e vai por aí afora. Se você conhece os cafés coloniais da serra gaúcha, considere um Smörgåsbord como um Café Colonial à moda Sueca. Ou seja, depois de uma refeição destas, com certeza você não irá sentir fome tão cedo! Há diversos restaurantes servindo Smörgåsbord pela cidade, mas o mais completo tem fama de ser o servido pelo restaurante Ulriksdals Wärdshus, situado no parque Ulriksdals.  

O Vasamuseet deve ser o único museu do mundo especialmente construído para abrigar somente uma obra. No caso, o navio Vasa. A história deste imenso galeão é tão trágica quanto impressionante. Construído por ordem do rei Sueco Gustavus Adolphus, em 1628, o Vasa afundou no porto de Estocolmo, logo após sua viagem inaugural e por 330 anos permaneceu no fundo das águas, como um Titanic adormecido. Apenas em 1961 foi organizada uma elaborada expedição para resgatá-lo e içá-lo. E felizmente agora podemos apreciar de novo toda arte e maestria dos engenheiros navais Suecos do século 17.

Durante o reinado de Gustav Vasa, a cidade muda radicalmente. Estocolmo recebe novas construções e palácios e tem um grande impulso comercial e cultural. Além disso, ele livra a cidade do forte domínio Alemão e transforma a Suécia numa monarquia.

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Junto ao Vasa, perfeitamente conservado, estão diversos objetos intactos de seus tripulantes, além de  moedas, ferramentas, esculturas e impressionantes reconstituições computadorizadas da aparência daquelas pessoas que estavam a bordo no dia do naufrágio. Quem quiser ainda pode brincar nos computadores do museu, descobrir porque o Vasa afundou, ou aprender sobre as razões que fazem os navios navegarem ou afundarem. O Vasamuseet está localizado em Galärvarvsvägen, na ilha de Djurgården. Uma caminhada de 30 minutos partindo do centro leva você até lá. Ou então pegue o ônibus na praça Sergels Torg (linhas 44, 47 e 69). Durante os meses de verão também é possível ir num dos barcos que partem do cais de Nybroplan, frente ao prédio do Dramatiska Teatern

Em fins do século 17, Estocolmo já é uma cidade completamente diferente. Ruas estreitas e casebres miseráveis dão lugar a palácios e castelos. Nesta época a Suécia transforma-se numa das maiores potências militares da Europa.

Outro passeio muito bonito, pela vista que vai lhe proporcionar, é ao bairro Slussen. Saindo pela parte sul da cidade velha siga ao longo da avenida Skepps Bron até a base do antigo elevador com estrutura metálica. Sua cabine ínfima é pilotada por um simpático ascensorista, que cobra 5 centavos de cada viajante pelo trajeto. No final da subida você desembarca numa passarela metálica, de onde é impossível não parar e bater algumas fotos. De lá dá para ver Gamla Stan (a cidade velha), o frenético movimento de modernos carros e ônibus pela pista que leva ao norte da cidade, e o incessante movimento de navios e barcos que partem daqui em todas as direções. Uma caminhada pelo bairro elevado de Slussen revela boas surpresas, como ruas tranqüilas e residenciais, igrejas seculares, praças com bancos ocupados por velhinhos jogando damas, e também elegantes hotéis, bons restaurantes e bares animados.

Clique sobre esta foto para ver outra imagem deste lugar em alta definição.

 

Uma visita que costuma ser recomendada por todos em Estocolmo é ao Skansen. A foto ao lado foi batida em seu  portão de entrada, e mostra o pórtico principal e dois mastros com a bandeira da Suécia. O Skansen foi fundado em 1891, e consiste numa espécie de mistura de museu ao ar livre com zoológico, parque infantil e cidade do interior. Seu objetivo é mostrar como as pessoas viviam e onde moravam ao longo dos séculos, em todas as região da Suécia. Há cerca de 150 prédios históricos autênticos, trazidos de todas as regiões do país, sendo a maior parte dos séculos 18 e 19. São casas, galpões, estábulos, celeiros, igrejas, todos de madeira. Também há animais trazidos de diversas partes do pais, casas comerciais com pessoas vestidas com roupas típicas, e uma pracinha central, vendendo maçãs do amor, amendoins, etc. É bonito, mas.... Sinceramente, não está com essa bola toda. A menos que você esteja acompanhado de crianças, ou especialmente interessado em arquitetura sueca antiga, deixe para vir aqui somente se já visitou as outras atrações da cidade. Fica situado em Djurgården, a 15 minutos de caminhada do Vasamuseet. Para quem vem do centro, basta pegar o ônibus 47.

Durante seu apogeu de poder, a Suécia chegou a dominar a Finlândia, Estônia e norte da Alemanha. Este domínio somente começou a declinar a partir de 1697, quando Rússia, Dinamarca, Noruega e Polônia se uniram para conquistar os territórios ocupados pelos Suecos.

 

No século 18 Estocolmo não era mais a capital de uma potência militar, e sem preocupações com guerras pode dedicar-se à cultura. Grande parte da cidade é remodelada, e surgem dezenas de museus e universidades.

Mais uma foto batida em Gamla Stan (cidade velha), desta vez num simpático largo que descobrimos, com pequenos  restaurantes em volta e convidativos bancos de praça no centro. De repente percebemos que todo mundo que passava por aqui ia bater uma foto em frente ao prédio amarelo que aparece ao lado. Foi só então que lemos o nome do prédio: Svenska Akademien. Ao chegarmos mais perto vimos uma placa, informando que esta é a instituição encarregada, desde 1901, de escolher o prêmio Nobel de literatura.
Como se sabe, o prêmio
Nobel é um troféu internacional, concedido nas categorias literatura, física, química, medicina e paz, às pessoas que se destacaram nestes campos por seu trabalho, dedicação ou pesquisa. O nome é em homenagem a Alfred Nobel, cientista e inventor  nascido em Estocolmo, e que em 1895, pouco antes de sua morte, decidiu criar um troféu para incentivar as ciências, as artes e a paz em todo o mundo. Os prêmios são concedidos anualmente, e correspondem a 1,5 milhão de dólares em cada categoria. Curiosamente, um dos inventos de Nobel foi a dinamite.

Estocolmo tem uma excelente rede de metrô (Tunnelbana), composta por 9 linhas ligando todos os bairros e municípios periféricos. A moeda local é a coroa sueca (símbolo SEK). De todas cidades escandinavas é a que mais nos impressionou. Ela conjuga na medida certa aspectos de um lugar histórico, como belos prédios perfeitamente conservados, à cultura, como centros de artes, museus e galerias. Também tem um forte lado cosmopolita, fácil de ser constatado caminhando por suas ruas e praças.

 

Estocolmo tem ainda um comércio dinâmico, com grandes lojas oferecendo de tudo, e que nada ficam a dever às maiores redes da Europa ou América. Tem um trânsito intenso, mas civilizado. Tem um clima rigoroso, mas com uma gente que aprendeu a valorizar cada dia de sol. E tem também um povo amigo, como aquele casal que conhecemos por acaso, no momento da nossa chegada a Estocolmo, e que sem que nada pedíssemos, foi logo nos mostrando onde era o guichê do metrô, como se locomover pela cidade, como chegar ao hotel, arranjaram mapas, deram dicas e informações sobre mil coisas, e só concordaram em nos deixar sozinhos depois que lhes garantimos mil vezes que estava tudo bem, e que não íamos nos perder em sua cidade. Estocolmo ficou em nossas lembranças como também ficou aquele jovem casal: Um lugar amigável, bonito, e de coração aberto a quem chega.

Estocolmo é uma cidade construída em meio à água e ao verde. Aproximadamente 60% de sua área é ocupada por lagos, canais, parques e jardins. Com uma população de 1,5 milhões de habitantes, desde 1998 ela é considerada a capital Européia da cultura.

 

A música dessa página é Tomtarnas Julnatt, canção popular da Suécia . 

Midnatt råder, det är tyst i husen,
Tyst i husen.
Alla sova, släckta äro ljusen,
Äro ljusen,
Tipp tapp, tipp tapp,

 Se då krypa tomtar upp ur vrårna,
Upp ur vrårna,
Lyssna, speja, trippa fram på tårna,
Fram på tårna, tipp tapp.

 Snälla folket låtit maten rara,
Maten rara
Stå på bordet åt en tomteskara,
Tomteskara, tipp tapp.

Hur de mysa, hoppa upp bland faten,
Upp bland faten,
Tissla, tassla: "God är julematen,
Julematen"! tipp tapp.

 Gröt och skinka, lilla äppelbiten,
Äppelbiten,
Tänk, så rart det smakar Nisse liten,
Nisse liten tipp tapp.

 Nu till lekar! Glada skrattet klingar,
Skrattet klingar
Runt om granen skaran muntert svingar,
Muntert svingar tipp tapp.

  Bandeira da Suécia.