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Meca do turismo, paraíso dos surfistas, oásis dos
estressados, Florianópolis viu, ao longo das últimas décadas, seu
status passar de modesta cidade à beira mar para badalado
point turístico. E com muita razão, pois reúne todas as
qualidades para isso: Clima agradável, belas praias, limpeza,
segurança, comércio diversificado e além de tudo não é longe
demais. Esta é uma das três únicas capitais brasileiras situadas em
ilhas, no caso, a ilha de Santa Catarina, o que em termos
turísticos já lhe dá uma grande vantagem. A outra vantagem é mais
difícil de ser igualada por outras cidades, pois Florianópolis sabe
transmitir aos visitantes aquela agradável sensação de lugar onde
as coisas funcionam, o que faz a gente pressentir, logo que
chega, que escolheu o lugar certo para passar as férias.
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Um roteiro turístico por Florianópolis não pode
deixar de incluir o centro histórico da cidade, começando pela Catedral. Sua construção
foi iniciada em 1753, e levou quase 200 anos
para ser concluída. Depois visite o fascinante prédio do Mercado
Público, um dos ícones da cidade, cuja construção data de 1989, e que agora conta com 140
lojinhas vendendo todo tipo de curiosidades e artigos típicos, além
de bares e restaurantes informais. A seguir passe pelo Museu Victor
Meirelles (rua Saldanha Marinho), que conta com um importante acervo
deste conhecido artista. |
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Acima, uma foto aérea mostrando o centro de
Florianópolis, situada na Ilha de Santa Catarina. Na parte
inferior da foto, vê-se um pequeno trecho do setor continental da cidade.
Ligando as duas partes vê-se também a famosa ponte suspensa Hercíio
Luz (fechada ao tráfego), e à direita as modernas pontes Machado
Sales e Ivo Campos. A ilha de Santa Catarina tem área de 436
km2, e oferece desde o típico agito urbano até pacatas vilas de
pescadores, lagoas, matas, morros e praias praticamente desertas.
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Não deixe de percorrer a mais importante artéria comercial
do centro de Florianópolis, a rua Felipe Schmidt, onde estão filiais
das grandes lojas de departamento nacionais. Igualmente imperdível
é uma visita à Praça 15 de Novembro, para apreciar a
centenária figueira que já se tornou um dos mais conhecidos
símbolos da cidade. Aproveitando que você já está por ali, atravesse a rua e conheça o imponente
Palácio Cruz e Souza, construção do século 18 que serviu como
residência dos governadores do estado de Santa Catarina. Ao lado foto da Igreja de
Nossa Senhora ra da Lapa, situada em Ribeirão da Ilha, distante
36 km do centro, mas igualmente um passeio que vale a pena ser dado.
Consiste numa região tranqüila, formada por pequenas praias de águas
calmas e construções em estilo açoriano, cuja origem remonta aos
primeiros colonizadores da Ilha de Santa Catarina. |
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A vantagem de ser uma cidade relativamente
pequena é que você não precisa de carro para percorrer a região
central, e mesmo caminhando vai-se em pouco tempo de um lado a outro.
Siga então pela rua Arno Hoeschel até a Baía Norte, está situada a parte
nova da cidade. Ao longo da avenida Beira Mar (foto ao lado) situam-se modernos prédios
residenciais, bons restaurantes e o excelente Beira Mar Shopping. |
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É ao longo da Avenida Beira Mar, que lembra bastante Copacabana, onde são comemorados
os grandes eventos festivos da cidade, como a tradicional queima de
fogos na noite de reveillon. Se quiser comprar alguns
produtos coloniais, todos deliciosos, para levar para casa, como
queijos, salames, chocolates etc dê uma passadinha no super mercado
Angeloni, que tem uma seleção excelente de produtos vindos do
interior do estado.
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Em Florianópolis as pessoas costumam dizer que
ninguém precisa ir à mesma praia duas vezes durante o ano, tantas
são as opções. Descontando um certo exagero, o fato é que a Ilha de
Santa Catarina tem um litoral privilegiado, com opções para todos os
gostos, idades e preferências. Existem dezenas de praias, de mar
agitado ou calmo, ideais para praticar surf ou nadar, praias
agitadas ou tranqüilas, freqüentadas por colônias de pescadores
locais ou turistas americanos e argentinos, points de badalação
jovem ou recatados recantos familiares. |
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As praias da ilha de Santa Catarina dividem-se
basicamente em três partes, de acordo com sua localização. Do lado
leste estão as praias de Joaquina (ideal para a prática do surf),
Galheta (pratica do nudismo), Barra da Lagoa (antiga colônia de
pescadores) e Moçambique (também com boas ondas para surfar). No
extremo norte encontram-se as praias de Sambaqui, Jurerê e
Daniela (todas familiares), Praia dos Ingleses (muito
procurada por turistas), Canavieiras (a preferida dos argentinos),
Cachoeira do Bom Jesus, Ponta das Canas, Lagoinhas e
Brava, sendo esta última um concorrido point entre os jovens, durante
os meses de verão. |
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Quem decidir explorar o litoral sul da ilha vai
encontrar também dezenas de opções, entre as quais destacam-se a
Praia Campeche (igualmente boa para o surf), Morro das Pedras, Praia
da Armação, Pantano do Sul, Ribeirão da Ilha (tradicional recanto de
colonização portuguesa) e Praia dos Naufragados. Mas o
gostoso mesmo é deixar o mapa de lado, sair de carro ou moto bem cedo, e
seguir meio na base da aventura por aquelas estradinhas escondidas que a gente nunca sabe ao certo onde vai dar, mas
que com certeza acabam nos levando à beira mar, e com alguma sorte
para uma praia deserta onde você pode passar o dia e esquecer do
resto do mundo. |
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Ao lado, foto da Lagoa da Conceição, um dos
recantos mais agradáveis da ilha. Seguindo pela estrada em direção
ao norte da ilha, você irá passar por este ponto, um mirante
cinematográfico, locação ideal para boas fotos, e também para
uma bebida gelada no barzinho estrategicamente situado em frente. Ao
seu lado, uma simpática lojinha oferece desde camisetas e bonés
até produtos artesanais, muito procurados pelos turistas de Floripa.
Lembre que a ilha de Santa Catarina é bem grande, e para conhecer
seus recantos mais belos é recomendável dispor de condução
própria. |
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Florianópolis é um daqueles lugares que a gente
tem vontade de aproveitar até o último minuto, mesmo no dia do
embarque de volta. Esta foto de um turista perdido, com roupas
estranhamente impróprias para um banho de mar, foi batida quando
ele estava a caminho do aeroporto, não resistiu e deu mais uma
paradinha antes de embarcar, para caminhar na areia e sentir mais
uma vez o cheiro do mar. Floripa é assim, um lugar que desperta
estranhos impulsos sentimentais em seus visitantes, tipo ainda
nem foi embora e já está sentindo saudades... |
A música desta página é Todo Azul
do Mar, de Flavio Venturini e Ronaldo Bastos.
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